domingo, 9 de maio de 2021

Dia da Europa

Todos os anos, no Dia da Europa, comemorado a 9 de maio, festeja-se a paz e a unidade do continente europeu. Esta data assinala o aniversário da histórica «Declaração Schuman» (clique aqui). Num discurso proferido em Paris, em 1950, Robert Schuman, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável a eclosão de uma guerra entre países europeus.

A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia encarregada de gerir em comum a produção do carvão e do aço. Menos de um ano mais tarde, era assinado um tratado que criava uma entidade com essas funções. Considera-se que a União Europeia atual teve início com a proposta de Schuman (https://europa.eu/european-union/index_pt).

União Europeia - Infominuto


Como é que a União Europeia nasceu?


No dia 23 de junho de 2016 a União Europeia descobriu que os britânicos queriam abandonar o grupo dos 28. O Brexit vencera o referendo, mas o processo não seria pacífico. Os dirigentes a favor foram acusados de manipular a opinião pública e os políticos não conseguiam delinear um plano de transição. Arrastaram-se em negociações até à data limite. Quase cinco anos depois, no dia 1 de janeiro de 2021, o Reino Unido deixou oficialmente de pertencer a esta rede da UE. Apesar de continuar sujeito às leis e regras europeias, há mudanças que já se começam a fazer sentir. No comércio, na circulação de pessoas e até no programa para estudantes Erasmus. Ganhamos ou perdemos com esta decisão? (https://ensina.rtp.pt/artigo/o-que-muda-depois-do-brexit/)


Agora, divirtam-se...descobrindo!!!

Jogo: Mas afinal o que é a União Europeia

Jogo: À descoberta da Europa

Jogo: Capitais da Europa


domingo, 25 de abril de 2021

25 de Abril - uma história para o futuro

Na semana em que se comemora o 47º aniversário da Revolução do 25 de Abril em Portugal (aquela que pôs fim a um longo período de ditadura fascista que colocou o país nos últimos lugares ao nível do desenvolvimento económico e social, taxas de analfabetismo e formação profissional ou defesa dos direitos humanos), as alunas e alunos do 12º ano, turmas D e E e as professoras do grupo de História, quiseram assinalar este importante acontecimento da nossa história contemporânea, porque a História nos permite conhecer e analisar criticamente o que fomos,  para construirmos de forma consciente o que queremos ser no presente e no futuro, e agirmos no sentido de impedir o que acreditamos que não contribui para uma sociedade livre, justa e respeitadora de todos os seres humanos.


E como era Portugal antes de abril?

48 anos de ditadura. Meio século…

Um tempo que parou no tempo…


O mundo rural.

Um tempo duro, de trabalho, suor, cansaço… de luta diária, de vida modesta, pés descalços na calçada fria, bola e boneca de farrapos, ardósia pousada no aparador porque “hoje levas a merenda ao pai e ajudas no trabalho da terra”…

Tempo de broa na mesa, azeitonas e sopa de couves.

Erguer pela madrugada… caminhar até à fazenda… cear pelo meio dia, cavar… regar… ceifar… cortar… arrancar… cavar… regar… ceifar… cortar… arrancar… trabalhar de sol a sol.



“… Livro-vos da guerra mas não vos livro da fome…”

António de Oliveira Salazar



Catarina Eufémia, uma camponesa alentejana assassinada por reivindicar.


O primeiro tema da reflexão grega é a justiça

E eu penso nesse instante em que ficaste exposta

Estavas grávida porém não recuaste

Porque a tua lição é esta: fazer frente


Pois não deste homem por ti

E não ficaste em casa a cozinhar intrigas

Segundo o antiquíssimo método obíquo das mulheres

Nem usaste de manobra ou de calúnia

E não serviste apenas para chorar os mortos


Tinha chegado o tempo

Em que era preciso que alguém não recuasse

E a terra bebeu um sangue duas vezes puro


Porque eras a mulher e não somente a fêmea

Eras a inocência frontal que não recua

Antígona poisou a sua mão sobre o teu ombro no instante em que morreste

E a busca da justiça continua


Sophia de Mello Breyner Andresen



Zeca Afonso, Chamava-se Catarina



O trabalho duro nos campos do Alentejo… e nos campos de todo o país:





Tempo de escola para alguns, poucos. 


A cortina da separação acontecia no género: rapazes aqui, raparigas acolá, um muro no meio.

As vozes pueris divertiam-se só nas ruas e trilhos, a caminho da escola, transformando-os em recreio. A distância percorrida, por vezes, era de muitos quilómetros, e a pé.

Estudar era privilégio. “Meninos do Liceu”, futuros doutores e engenheiros; os outros, filhos de camponeses e operários, tinham como futuro o campo e as fábricas. Exceções… algumas, poucas…


A escola no Estado Novo:

Imagem obtida em: https://senderosdereflexao.blogspot.com/2015/03/na-escola-sem-sapatos-no-caso-do-meu.html






Tempo hostil, emigração.

Partiram novos e velhos, de olhos molhados, coração triste, com a saca às costas buscando a sorte noutras paragens, noutras aragens, esperando sonhos dourados…

“Adeus oh terra, adeus linda serra de neve a brilhar, adeus aldeia que eu levo na ideia não mais cá voltar!”

Partiram… primeiro para a cidade, depois para o estrangeiro, às centenas, aos milhares… fugindo da pobreza, fugindo da guerra, fugindo do medo…


Zeca Afonso, Canção do desterro



Emigrantes nas gares, de partida, na esperança de uma vida melhor:



Tempo hostil, guerra colonial.


Tempo de guerra que mata, que separa, que morde, que isola, que amedronta, que é solidão. Tempo de morte certa. Tempo que deixou marca na carne, no coração, na saudade.

Tempo em que os navios traziam heróis desmembrados, amputados e mirrados em quatro tábuas ornados por uma bandeira ensanguentada.

Geração de nobres soldados, de uma guerra, que não era sua.


Adriano Correia de Oliveira, Menina dos Olhos tristes




Em África, “lutando pela Pátria”:



Embarque das tropas, para a guerra colonial:




Tempo sombrio e escuro, a repressão.

Meio século que persistia no breu, que morreu de solidão, no gloriosamente sós… 

Meio século de revolta contida, de duro silêncio, de luta heroica e inglória contra o medo, contra a corrente, meio século de esperança arrastada, por uma mudança que não chega…


Zeca Afonso, A formiga no carreiro




“A cantiga é uma arma”



Humberto Delgado, o general sem medo:



José Mário Branco, A cantiga é uma arma




Tempo que oculta, que omite, que afasta, que destrói. Tempo que cala e persegue.

Vozes que se erguem mas que logo se silenciam, que lutam… com palavras proibidas, com cantigas sofridas… Vozes que suspiram ausentes, distantes, longe da terra, longe dos seus… Forçados à ausência, forçados à fuga, sem direito à palavra, sem direito à expressão…

… E a terra que perde seus filhos, por quererem fazer dela maior…

 

Adriano Correia de Oliveira, Manuel Alegre, Trova do vento que passa





A Ação da PIDE:


PIDE dispersa a população em manifestações na Marinha Grande:


Vídeo RTP - O clima político, económico e social durante o estado novo





Vídeo RTP - Portugal antes da democracia




Vídeo TVI - Antes e depois de Abril




Vídeo 12ºE (David Alves, Francisco Ribeiro, Raquel Bernardo, Ricardo Matos e Tatiana Correia) - 25 de Abril 




Vídeo 12ºD e E (Catarina Gomes e Inês Almeida) - 25 de Abril




Abril, a revolução ansiada.

Mas a noite ansiada chegou.

O sinal: uma canção.

A confirmar: outra canção.

O exército sai para a rua e avança. Cumpre o planeado. Cumpre os anseios de há muito.

Um punhado de valorosos capitães deu voz à voz do povo e tomou o poder.

E o poder volta para o povo.


Noticiário RTP - 25 de Abril de 1974




Vídeo 12ºE - Grândola vila morena, uma interpretação das alunas Madalena Nunes e Joana Carvalho




Vídeo 12ºD - Grândola vila morena, uma interpretação da Banda da Covilhã (com André Jacinto)




Os cravos de Abril

Da espingarda brotaram cravos, cravos de esperança, cravos de solidariedade, cravos de igualdade, cravos de paz. Cravos que se tornaram povo, cravos que gritaram Liberdade. Cravos que do desalento e desânimo se transformaram em pão para todos. Grito, que apesar de repetido e gasto, será sempre novo. Novo, porque há caminho a percorrer e arestas a limar e desigualdades a subtrair. Aconteceu festa. As praças, avenidas e vielas transformaram-se em mar, mar de gente, mar colorido e sonoro de vozes trauteando: Somos livres…somos livres… qual gaivota ou papoila! Somos livres de voar, somos livres de crescer, somos livres de sonhar… Não voltaremos atrás!

Muitos regressaram, porque das trevas brotaram liberdade, igualdade e fraternidade.

25 de Abril sempre e para sempre!


Vídeo 12ºE - Canções da Abril, compilação (Fátima Tomás e Rita Brandão)



Vídeo RTP - Jornal Jovem, síntese 25 de Abril de 1974



Vídeo 12ºD - Portugal antes e depois de Abril (Camila Bizarro e Miriam Borralhinho)




Vídeo 12ºD - Portugal antes e depois de Abril I (Joana Lucas)




Vídeo 12ºD - Portugal antes e depois de Abril II (Joana Lucas)



Registos…

Memórias…

Depoimentos...


Vídeo 12ºE - Depoimentos (Ana Freire, Ana Vitória Rodrigues, Camila Amaral, Cláudia Amaral, Isabel Terenas e Margarida Pires)



Vídeo 12ºE - Um pau de dois bicos (Beatriz Santos, Maria Beatriz Gigante e Margarida Esgalhado)



Vídeo 12ºE - Entrevista (Alexandra Macedo)




As papoilas cresceram, grito vermelho num campo qualquer e floriram.

O que era de alguns passou a poder ser de todos e para todos.

E o colorido tornou-se visível!

 

Sérgio Godinho, O primeiro dia




Os tempos que vivemos são tempos que nos impõem parar, refletir, olhar e estudar o passado e nele dissecar tudo. São tempos que nos impõem um olhar crítico para, como povo, construirmos consensos, trilharmos caminhos de coesão e inclusão e consigamos combater intolerâncias pessoais ou sociais.

“Que o 25 de Abril viva sempre, como gesto libertador e refundador da história. 
Que saibamos fazer dessa nossa história lição de presente e de futuro, sem álibis nem omissões, mas sem apoucamentos injustificados querendo muito mais e muito melhor.

Houve, há e haverá sempre um só Portugal.Um Portugal que amamos e nos orgulhamos para além dos seus claros e escuros também porque é nosso.

Nós somos esse Portugal. Viva o 25 de Abril! Viva Portugal!”.

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa
Discurso na Sessão solene comemorativa do 47º aniversário do 25 de abril.






Textos: professoras Lídia Mineiro e Estrela Pissarra

Colaboração: professoras Alice Tavares e Maria do Céu Alexandre

Assistência Técnica: professores Paulo Morais e Anabela Pinto

Recursos recolhidos e produzidos pelos alunos do 12º D e 12º E

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

"O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios - 18 de abril - foi criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (...) com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua proteção e valorização." (para saberes mais acede aqui)

Deixamos-vos, neste post, alguns links, nacionais e internacionais, para explorarem e descobrirem um pouco sobre todo este imenso património (as imagens/vídeos foram obtidas nos respetivos sites ou nos links indicados).

Clica nos respetivos links para acederes. Boas descobertas!


Acede também ao padlet "Dia dos Museus na ESQP"


Rede Portuguesa de Museus


Património arqueológico
















(Fotografia obtida em http://museudoscoches.gov.pt/pt/)


Guimarães, o berço de Portugal




Évora, património da humanidade



Mosteiro de Alcobaça




Leiria - Castelo e outros monumentos




Castelo de Almourol




Castelos da Raia



Monsanto




Sortelha




Mafra



Fortaleza de Almeida




Sintra



Castelo Branco



Estação de S. Bento



As pontes do Porto



Mosteiro de Tibães



Sé do Porto







(Fotografia obtida em https://pacodosduques.gov.pt/)



Natural History Museum


The National Gallery












Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation


Statue of Liberty

(Fotografia obtida em https://www.nps.gov/stli/index.htm)


Empire State Building


Acropolis


Colaboração:

Professora Célia Moreira (Inglês)

Professora Anabela Pinto (História)

Professora Lídia Mineiro (História)

Professora Margarida Morgado (Educação Visual)

segunda-feira, 5 de abril de 2021

A Estrelinha no Geopark - uma visita guiada pela paisagem, o património e História da serra da Estrela

Um pequeno vídeo, muito interessante, que aborda não só a história geológica da serra da Estrela, mas também aspetos da biodiversidade, históricos, culturais e turísticos.

“A Estrelinha no Geopark” é uma viagem pela origem da serra da Estrela, recuando mais de 650 milhões de anos, quando esta serra era apenas um fundo oceânico. Esta é uma visita guiada pela paisagem, o património e a História da Montanha mais imponente de Portugal Continental, onde aprenderemos mais sobre este fantástico território. Não percam esta viagem..."


Link para o o Estrela Geopark: https://www.geoparkestrela.pt/menu

sábado, 20 de março de 2021

Dia Mundial da Poesia - Poemas que "enCantam"

Celebrando a expressão linguística de nossa humanidade comum

A poesia reafirma nossa humanidade comum, revelando-nos que os indivíduos, em todas as partes do mundo, compartilham as mesmas questões e sentimentos. A poesia é o esteio da tradição oral e, ao longo dos séculos, pode comunicar os valores mais íntimos de diversas culturas.

Ao comemorar o Dia Mundial da Poesia, 21 de março, a  UNESCO  reconhece a capacidade única da poesia de capturar o espírito criativo da mente humana.

Wole Soyinka, dramaturgo, poeta e ganhador do Prêmio Nobel, lê um poema original escrito para crianças na reunião de alto nível da Assembleia Geral por ocasião do trigésimo aniversário da adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança. 

A  decisão de proclamar 21 de março como o Dia Mundial da Poesia  foi adotada durante a 30ª sessão da UNESCO realizada em Paris em 1999.

Um dos principais objetivos do Dia é apoiar a diversidade linguística por meio da expressão poética e oferecer às línguas em perigo a oportunidade de serem ouvidas em suas comunidades.

Para continuares a ler o texto clica aqui.


Poemas que enCANTAM

Tanto a música como a poesia têm em comum o som, a articulação, a expressão, a subjetividade... Com valor em si mesmas, e não necessitando uma da outra para poder subsistir, os seus caminhos cruzam-se e enriquecem-se mutuamente.

Para comemorar o Dia Mundial da Poesia, a Biblioteca da Escola Secundária Quinta das Palmeiras selecionou, em colaboração com o Departamento de Línguas e com o Centro Pedagógico e Interpretativo, alguns poemas musicados.

Trata-se de poemas de diferentes épocas, desde a Idade Média até aos nossos dias, com registos muito diferenciados, mas que têm em comum a interpretação musical.

Muitos mais poemas caberiam aqui…

Escolham os vossos preferidos, os que não conhecem… mas enCANTEM-se!

“Sei bem que nunca serei ninguém”, de Ricardo Reis – canta Diogo Piçarra


“A Day of Sun”,  de Alexander Search (heterónimo de Fernando Pessoa) – canta Salvador Sobral – projeto Alexander Search


"Perdidamente", Luís Represas


"ll n'y a pas d'amour heureux", de Louis Aragon


“No comboio descendente”, de Fernando Pessoa – canta Zeca Afonso


“Ó Sino da minha aldeia”, de Fernando Pessoa – canta António Zambujo

"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", de Luís de Camões, interpretado por José Mário Branco


"Ai flores, ai flores do verde pinho", de Dom Dinis, interpretado por Helena de Alfonso


"London", William Blake's poetry set to music


Juan Luis Guerra y Natalie Cole - "Bachata rosa"

"Endechas a Bárbara Escrava", de Luís de Camões – canta Zeca Afonso


"Contabilidade", de Valter Hugo Mãe, interpretado por Márcia, Camané e Dead Combo

"Há palavras que nos beijam", de Alexandre O'Neill, interpretado por Mariza

"Pregunta más allá", un poema de Pedro Salinas

"Quem me leva os meus fantasmas", de Pedro Abrunhosa, interpretado por Maria Bethânia

"Silvestre e o idioma", de Mia Couto, interpretado por João Afonso

"Lágrima de Preta", de António Gedeão, interpretado por Adriano Correia de Oliveira

"Antes de amarte", amor de Pablo Neruda

"Cantata da Paz", de Sophia de Mello Breyner Andresen, interpretado por Francisco Fanhais

"Sei que estou só", de Sophia de Mello Breyner Andresen, interpretado por Tiago Bettencourt


"Ne Me Quitte pas", de Jacques Brel


"Ai Margarida", de Fernando Pessoa (Álvaro Campos), interpretado por Camané (Acompanhado por Mário Laginha)


"Pedra Filosofal", Poema de António Gedeão; Música de Manuel Freire


"La Bohème", de Charles Aznavour


"Meu corpo" | Autor: José Carlos Ary dos Santos |Intérpretes: Beatriz da Conceição e Ana Moura


"The Raven" - Edgar Allan Poe


"Tu e eu meu amor" | Letra, música e interpretação: Adriano Correia de Oliveira

"No teu poema", de José Luís Tinoco, interpretado por Carlos do Carmo



“Presságio”, de Fernando Pessoa – canta Salvador Sobral


“Fim”, de Mário de Sá-Carneiro – canta Trovante


"Adeus", de Eugénio de Andrade, interpretado por Simone de Oliveira


Para descobrires mais iniciativas do Dia Mundial da Poesia na Biblioteca Escolar da ESQP clica em:


terça-feira, 16 de março de 2021

Dia da língua francesa - 20 de março

No dia 20 de março a ONU comemora o Dia da língua francesa.

Os dias das línguas nas Nações Unidas foram introduzidos em 2010 para celebrar o multilinguismo e a diversidade cultural.

A ONU comemora todos os anos seis “Dias da Língua”, consagrados às línguas oficiais das Nações Unidas, a saber: o árabe, o chinês, o inglês, o francês, o russo e espanhol.

Le 20 mars, l'ONU célèbre la Journée de la langue française.

Les Journées des langues aux Nations Unies ont été introduites en 2010 pour célébrer le multilinguisme et la diversité culturelle.

L’ONU célèbre chaque année six « Journées de la langue », consacrées aux six langues officielles des Nations Unies, qui sont l’arabe, le chinois, l’anglais, le français, le russe et l’espagnol.  

Para saberes mais clica em (en savoir plus): Journée de la langue française

Imagem obtida em https://www.un.org/fr

Comemorem a Francofonia!

Em 2021,  a Organização Internacional da Francofonia  escolheu o tema “Mulheres francófonas, Mulheres resilientes”.

Devido à situação sanitária que estamos a viver, este dia será, excecionalmente, comemorado na sexta-feira, 19 de março de 2021, num formato virtual com uma programação especial difundida a partir da sede da  Organização Internacional da Francofonia, em Paris.

La Francophonie en 10 dates

Célébrez la Francophonie !

En 2021, l'OIF a souhaité inscrire les célébrations de la Journée internationale de la Francophonie sous le thème « Femmes francophones, Femmes résilientes ».

En raison du contexte sanitaire, cette journée sera exceptionnellement célébrée le vendredi 19 mars 2021, dans un format virtuel, avec une programmation spéciale, diffusée depuis le siège de l’OIF, à Paris.

Para saberes mais clica em (en savoir plus): Journée internationale de la Francophonie 2021

Organization Internationale de la Francophonie (OIF)


La langue française dans le monde

Sabias que...

• Estima-se que  existam 300 milhões de falantes de língua francesa  no mundo. Em 2060 serão mais de 700 milhões.

• O francês é a 5ª língua mais falada no mundo, depois do chinês, do inglês, do espanhol e do árabe.

• O francês é a 4ª língua mais utilizada na Internet. 

• O francês é a língua oficial em 32 Estados e na maioria das organizações Internacionais.

• Cerca de 59 % dos utilizadores do francês encontram-se no continente africano.

• O atual Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, fala fluentemente português, inglês, francês e espanhol. 


Le saviez-vous ?

• On estime à 300 millions le nombre de locuteurs de français dans le monde. Ils seront plus de 700 millions en 2060.

• Le français est la 5e langue la plus parlée au monde après le chinois, l’anglais, l’espagnol et l’arabe. Le français est la 4e langue d’internet.

• Le français est langue officielle dans 32 États et gouvernements et dans la plupart des organisations internationales.

• Près de 59 % des locuteurs quotidiens du français se trouvent sur le continent africain.

• L'actuel Secrétaire général des Nations Unies, António Guterres, parle couramment le portugais, l’anglais, le français et l’espagnol.



Países que Falam Francês - Jogo de Mapa: clica aqui



Para acederes a mais recursos de Journée internationale de la Francophonie clica aqui.



Post publicado com o apoio da professora de Francês Albertina Leitão.

segunda-feira, 8 de março de 2021

Dia Internacional da Mulher

"As mulheres do mundo querem e merecem um futuro igual, livre de estigma, estereótipos e violência; um futuro que seja sustentável, pacífico, com direitos e oportunidades iguais para todos. Para nos levar lá, o mundo precisa de mulheres em todas as mesas onde as decisões são tomadas.



Este ano, o tema do Dia Internacional da Mulher (8 de março), “ Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo COVID-19 ” , comemora os esforços tremendos de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e de recuperação da pandemia COVID-19 e destaca as lacunas que permanecem."

Para leres a totalidade desta publicação clica aqui


Dia Internacional da Mulher 2021


#ActForEqual​ - Join Generation Equality


"Este dia é, sobretudo, uma oportunidade de recordar as lutas que têm orientado mulheres de todas as sociedades na construção de realidades económicas, sociais e políticas mais justas e equitativas. Não deixemos passar a oportunidade de questionar e aprofundar estes temas que continuam a marcar a nossa atualidade."

Para leres a totalidade desta publicação clica aqui


"Inspirado no movimento sufragista do final do século XIX e início do XX, na Inglaterra, o drama “As Sufragistas” (Suffragette) retrata a vida de um grupo de mulheres que resistia à opressão de forma passiva, sendo ridicularizadas e ignoradas pelos homens. A partir do momento em que começam a encarar uma crescente agressão da polícia, elas decidem se rebelar publicamente.". Clica no vídeo para acederes.